sábado, 19 de novembro de 2011

aviamento : velcro


VELCRO



É um conector que consiste em ganchos, utilizado para unir dois materiais de forma reversível. Inventado pelo engenheiro suíço Georges de Mestral, em 1941.
Durante uma de suas caminhadas diárias no Alpes, Georges reparou nas sementes de ARCTIUM, que grudavam em sua roupa e no pêlo de  seu cão.
Posteriormente, examinou o material e detectou através de um microscópio diversos filamentos entrelaçados, terminados em pequenos ganhos,  causando a resistente aderência dos carrapichos nos tecidos.Logo concluiu ser possível a criação de um mecanismo  que unisse   dois materiais desta forma simplificada.
O termo VELCRO é marca registrada nos Estados Unidos.
O nome VELCRO foi inspirado pelos termos franceses velours (veludo) e crochet” (gancho). Atualmente o uso e aplicação do produto são variados, e a palavra velcro tornou-se um termo genérico para referir-se ao material.
O velcro consiste em duas camadas: o lado do gancho, que é um pedaço de tecido coberto por pequenos ganchos plásticos; o lado da volta, que é cobertos por ainda menores pedaços de voltas plásticas. Existem variações para o sistema que incluem, por exemplo, ganchos em ambos as camadas. Quando os lados são pressionados os ganchos envolvem as voltas e as peças são mantidas juntas. Quando as camadas são separadas é gerado um som bastante característico do material.
A potência da aderência dependerá do tamanho utilizado deste material, quanto mais resistente for preciso, mais ganchos deverá haver.

sábado, 1 de outubro de 2011

Anos 80 Cultura e Sociedade




Uma juventude ganhando aos poucos seu espaço, saindo de uma ditadura.Anos de repressão e rebeldia, expressos nas roupas, no comportamento e nas canções.

Introdução

São várias as vertentes do fenômeno nostálgico pela década de 80. Há o saudosismo visto em festas promovidas por danceterias que reservam determinadas noites para tocar os hits da época. Tem uma produção cultural inovadora carregada de nítidas influências da estética oitentista. Grupos como Franz Ferdinand, Interpol e Bloc Party,revelam sonoridades influenciadas por Talking Heads, Joy Division e The Cure. Mas, há também uma vertente liderada por grandes gravadoras e estúdios de cinema que procura apostar naquilo que já fez sucesso e que, provavelmente, trará lucro certo. Daí o relançamento ou o ressuscitar de bandas que estouraram nos anos 80, mas estavam no ostracismo ou tinham acabado, e a filmagem de títulos de séries de televisão famosas na época.
 

Cinema


Hollywwod Anos 80: O futuro repete o passado

Em um momento pós – morderno, a década destaca - se pela reciclagem de gêneros cinematográficos conhecios promovendo a releitura inventiva que consagrou definitivamente nomes como Martin Scorsese, Steven Spielberg, George Lucas, Brian de Palma e Francis Ford Coppola,woody allen, entre muitos outros.
A ficção-científica foi o gênero mais cultuado e ganhou status pop graças a filmes que se tornaram paradigmas, como as sequências de Guerra nas Estrelas, O Império Contra-Ataca (1980) e O Retorno de Jedi (1983), um passo então inédito em termos de efeitos especiais, e sobretudo Blade Runner, de Ridley Scott. Este filme, estrelado pelo ator-ícone do período, Harrison Ford, é a obra-prima pós-moderna. Em um original ambiente futurista, em que tecnologia e massificação se sobrepõem, Ridley Scott, a partir do romance Philip K. Dick, recicla os estereótipos do filme noir num thriller eletrizante que mostra ser possível filosofar em filme de ação. É, sem dúvida, o maior clássico da década, um filme obrigatório.
Os anos 80 também consagrou as sagas. Além de Guerra nas Estrelas, outras trilogias marcaram época, como Indiana Jones e De Volta para o Futuro, por sinal um título que expressa bem o clima dos 80. Spielberg merece um capítulo à parte. Além de reciclar os antigos seriados das matinês com Os Caçadores da Arca Perdida (1981), Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984) e Indiana Jones e a Última Cruzada (1989), dirigiu outro clássico da década, um filme absolutamente encantador, que impulsionou uma série hoje comum de filmes infantis feitos para encantar os marmanjos. Bom, só quem foi abduzido nos anos 80 não viu E.T. O Extra-Terrestre (1982) e o seu revés em forma de sátira Gremlins (1984) , dirigido por Joe Dante e roteirizado por Chris Columbus, que em 1986 dirigiria o divertido Os Goonies.
Outros gêneros passaram pelo processo de reciclagem pós-modernista. Coppola voltou-se para para a rebeldia sem causa, típica dos anos 50 e 60, e promoveu ao estrelato uma geração inteira em Outsiders ? Vidas sem Rumo (1983). Só para lembrar: Matt Dillon, Ralph Macchio, Patrick Swayze, Rob Lowe, Emilio Estevez e Tom Cruise. Coppola viajaria ainda literalmente no tempo no delicioso Peggy Sue? Seu Passado a Espera (1986), seu filme mais leve, que se encaixa na linha de volta para o futuro?. Brian De Palma aprofundou seu mergulho hitchcockiano em Vestida Para Matar (1980) e Dublê de Corpo (1984), mas marcou ponto mesmo com a reinvenção do filme de gangster Os Intocáveis(1987), seu filme mais ambicioso. Mas em termos de reciclagem, nenhum chegou perto do originalíssimo Robocop (1987), dirigido por Paul Verhoeven. Aqui o liquidificador tritura ficção-cientícia, quadrinhos e história policial numa narrativa eletrizante que acompanha o processo de desumanização do policial Alex Murphy, transformado num complexo homem-máquina, uma espécie de caveirão ambulante que elimina vilões sem piedade e muito menos sentimento de culpa. O filme é uma abordagem corajosa da violência e de seus efeitos sobre a sociedade. Tudo em clima pop, sem maiores delongas.
A onda hoje sedimentada de projetos inspirados em histórias em quadrinhos foi promovida na década, com destaque para Superman, cuja tetralogia teve três de seus filmes rodados em 80? Superman II? A Aventura Continua (1980), Superman III (1983) e Superman IV? Em Busca da Paz (1987) ? e, é claro, o Batman (1989), de Tim Burton, hoje uma franquia para lá de consolidada. Mas enquanto o triturador pós-modernista passava o rodo nas bilheterias, um diretor, bem original, dedicou-se a radiografar a época com um olhar próprio, sem o filtro dos gêneros reciclados. Seu nome: John Hughes. Nada mais anos 80 do que o escapista, e hoje elevado a cult, Curtindo a Vida Adoidado (1986). Em seus filmes, aadolescência oitentista ganha um brilho especial, uma vivacidade irresistível, sendo tratada com inteligência e respeito, bem diferente dos infantilizados moleques da franquia American Pie. Além de Curtindo a Vida Adoidado, Hughes, morto precocemente no ano passado, deixou o adorável A Garota de Rosa Shocking (1986), promovendo Mollt Ringwald a namoradinha da América. Adrian Lyne, diretor que costuma provocar arrepio nos críticos, foi o responsável pelas imagens mais fortes dos 80. As cambalhotas de Jenifer Beals no musical Flashdance (1983), os jogos sensuais à luz de uma geladeira de 9 e ½ Semanas de Amor (1986), com o então galã Mickey Rourke, e a corrida de faca em punho da psicótica Glenn Close no thriller adúltero Atração Fatal (1987) são inesquecíveis. Egresso da publicidade, Lyne pode não ser um grande realizador, mas soube como ninguém impactar e provocar polemica na década.
Dois brucutus também marcaram presença decisiva na década: Stallone e Schwarzeneger. O primeiro protagonizou três sequências pavorosas da franquia Rocky Balboa e inventou um dos mais odiosos promotores da guerra: Rambo, visto em três sfilmes. Já Schwarznegger, bem antes de trocar os pés pelas mãos na política, seguiu um caminho mais original, apostando em roteiros inteligentes, como o do inventivo O Exterminador do Futuro (1984), que mais tarde também viraria franquia. ?Hasta la vista, baby? é 80 em estado bruto. O gênero horror lançou duas franquias de sucesso. Sexta-Feira 13 teve oito partes filmadas nos anos 80. Mais interessante, mas não menos apelativa, o drama dos insones de A Hora do Pesadelo teve 5 sequências. Goste-se ou não, Freddy Krueger e Jason Voorhees fazem parte do escrete hollywoodiano da década. Acompanha-os a menininha mediúnica da menos bem-sucedida franquia Poltergeist? O Fenômeno (1982), com duas sequências, e o insuperável Chucky, de Brinquedo Assassino (1988).
Assim foram os anos 80. De um lado o doce e perseguido ET, do outro o frenético e persecutor Chucky. E, no meio dessa esquizofrenia toda, a gente.

Brasil Bye Bye Embrafilme

Em pleno processo de abertura, lenta e gradual, o cinema brasileiro viveu uma de suas décadas mais difíceis. Pode-se dizer que os anos 80 acompanharam a agonia e morte da EMBRAFILME, que sofreria a estocada final no início dos 90 com a canetada oficial do Presidente Collor, que extinguiu a estatal. Embora fosse alvo de críticas da classe cinematográfica, a EMBRAFILME não foi confrontada com alternativas concretas de produção, que só surgiriam em meados da década de 90, com a chamada retomada do cinema brasileiro.
A única transformação real que se pode notar no cinema brasileiro do período é o surgimento de um novo filão comercial. A pornochanchada sai definitivamente de plano, os filmes de conteúdo politico perdem espaço, embora o documentário ganhe, sobretudo a partir de Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho, força. Jango (1984), de Sílvio Tendler, transforma-se no documentário de maior bilheteria da história do cinema brasileiro. Já na ficção, uma revisão da cultura popular, a base de muito humor, afirma Fernanda Torres como a estrela do cinema brasileiro da década. A Marvada Carne (1986) foi realizado entre o encontro poético de Walter Lima Jr com Humberto Mauro, Inocência (1983), e o verborrágico insight psicanalítico Eu Sei Que Vou te Amar (1986), de Arnaldo Jabor, que deu a Fernandinha o prêmio de melhor atriz em Cannes. Três filmes completamente diferentes, três desempenhos absolutamente distintos de uma atriz que projetava ali a diversidade temática que iria marcar o futuro do cinema brasileiro.
Mas o novo filão commercial do cinema brasileiro não tinha nada que ver com documentários, discussões existenciais, classicismo ou comédia. O novo filão tinha como alvo o público adolescente, a geração que não estava nem aí para os milicos e queria mais era curtir a vida adoidado, sem grilos, com muita música, praia, sol e suco (a censura não permitia outros aditivos). Que o Havaí fosse aqui. E o resultado foi um cinema que já vinha com data de validade vencida. Flertando com o vídeoclipe e a linguagem televisiva, os avós de Malhação foram pipocando nas telas. Tudo começou com Menino do Rio (1981) embalado pelo bordão do novato Lulu Santos, que se tornou uma espécie de hino da galera: ?Garota eu vou pra Califórnia, viver a vida sobre as ondas, ou ser artista de cinema, o meu destino é ser star?. Precisa dizer mais. Com a indústria fonográfica bombando, a explosiva combinação canção e imagem, LP e ingresso, gerou futos lucrativos enriquecendo seus stars. E vieram Garota Dourada (1984),Bete Balanço (1984) e Rock Estrela (1986). O terrível flagelo da AIDS iria acabar com a festa, tirando de cena expoentes dessa geração, como Lauro Corona e o cineasta Lael Rodrigues. Vistos hoje, esses filmes guardam pouco interesse. Nada mais datado. Porém servem como tratado arqueológico, fundamentais para conhecer os anos 80 no Brasil.
Ricardo Cota - Subsecretário de Comunicação do Estado do Rio de Janeiro - Crítico de Cinema.


Música




Musicalmente, os anos 80 foram marcados pelo surgimento de artistas e bandas que são sucesso até hoje. Para muitos as músicas daquela época não se comparam com as da atualidade. “O apelo que tinha era bem diferente, eram letras mais inocentes”, ressalta André Lima.  Para Alberto Luiz “foi a época do bom rock brasileiro”. Por influência do irmão mais velho ele aprendeu a curtir bandas como Legião Urbana, Plebe Rude, Engenheiros do Havaí, dentre outras.Com uma juventude ganhando aos poucos seu espaço, saindo de uma ditadura.Anos de repressão e rebeldia, expressos nas roupas, no comportamento e nas canções.
Os anos 80 são conhecidos também como a década da música eletrônica. Nesta época, o New Wave e o Synthpop se tornam os gêneros musicais mais vendáveis e populares, assim como toda a estrutura daDance Music. Surge a MTV e o hip hop; advento da música eletrônica nas pistas de dança e as primeiras raves. No underground é criado o rótulo "música industrial" para bandas eletrônicas mais experimentais e obscuras, além de diversas bandas de rock de garagem que dariam origem ao grunge na década de 1990. Foi nos anos 80 que surgiu a vertente da música que mais originou variantes, a House music. Inspirada em experimentações sobre batidos dos anos 70, principalmente a disco music, teve como principais representante: Bomb the BassS'expressgino latinoColdcut, entre outros. Em 83 surgiu no underground asub-cultura gótica (Ver artigo: Gótico (estilo de vida)) na Inglaterra, denominada incialmente como "Dark" no Brasil sendo esta derivada do gênero Pós-punk.
O hard Rock ganha batidas mais fortes e sons de guitarras mais pesados, o que trouxe ao público um dos gêneros musicais mais populares da década: o heavy metal, que, na sequência, também gerou inúmeras vertentes ainda mais rápidas e pesadas, como o thrash metalspeed metal e o black metal. Alguns exemplos que se consagram na década neste gênero do rock foram as bandas Iron Maiden e Judas Priest na versão clássica do heavy metal; e os grupos Metallica,SlayerMegadeth e Anthrax, no thrash metal. Conservando as raízes do hard rock, também merecem destaque os longos períodos de sucesso que tiveram as bandas Bon JoviVan HalenAC/DC,Guns N' RosesDef LeppardWhitesnake e Scorpions no decorrer dos anos 80.
Outras inúmeras bandas de rock e pop surgiram nos anos 80: A-haU2The SmithsDuran Duran. Algumas, surgidas em meados dos anos 70, só se consolidaram na década de 80; no Brasil, RPM,Ultraje a RigorTitãsLegião Urbana14 bisBarão VermelhoKid AbelhaIra! entre outras.
No Brasil foi lançado o primeiro Rock in Rio (1985). É inaugurado o Sambódromo na cidade do Rio de Janeiro em 1984. Consolidavam-se o estilo musical da MPB, ou música popular brasileira (surgido na segunda metade da década de 1960), e as bandas de música pop e de rock and roll, como Legião Urbana, Ultraje a rigor,Engenheiros do Hawaii, Titãs, RPM, Claudio Zoli (com a banda Brylho e Solo). A MPB consagrou a posição de destaque das vozes femininas na música brasileira; entre os fenômenos individuais destacam-se Elba RamalhoSimoneMarina LimaMaria BethâniaZizi PossiFafá de BelémElis ReginaGal CostaRita LeeRosana e Joanna. Dentre as vozes masculinas, Caetano VelosoChico BuarqueMilton NascimentoTom JobimGuilherme ArantesFlávio VenturiniIvan Lins e Gilberto Gil.
Dentre os artistas internacionais mais carismáticos, destacam-se Michael Jackson, com o álbum Thriller, o mais vendido da história, e que também inventou o videoclipe moderno; a contraparte feminina, CherMadonna e Cyndi Lauper, um dos principais ícones fashion de todos os tempos; Tina Turner voltou ao mundo da música lançando um novo álbum, Private Dancer, mega sucesso, além de apresentações eletrizantes ao redor do mundo. Outros cantores que se destacam nessa década são Kylie MinogueJanet JacksonGeorge MichaelBoy GeorgeLionel RichieDavid BowieWhitney HoustonPaula AbdulPrinceBilly IdolBruce SpringsteenLaura BraniganRoxette entre outros.
As baladas e as canções para dançar que começam a surgir a partir do final dos anos 70 e início dos anos 80 eram uma miscelânea de gêneros: funk,rockmúsica eletrônicadisco music etc. Essa mistura resultou em uma canção pop que passou a dominar as paradas de sucesso e as vendagens de disco. O pop tornava-se definitivamente um megagênero que incorporava características de diversos outros ritmos da canção jovem.
A ascensão da música pop como gênero dominante foi coroada em 1.° de dezembro de 1982 com o lançamento do álbum “Thriller”, de Michael Jackson. O disco imediatamente virou um fenômeno de vendagem e execução e atingiu o primeiro lugar das paradas de sucesso em todos os países ocidentais, sendo que nos Estados Unidos permaneceu por 37 semanas como número um. “Thriller” tornou-se o disco mais vendido de todos os tempos com mais de 50 milhões de cópias comercializadas e fez de Michael Jackson o “rei do pop”. Seu reinado incluiu a invenção de um novo jeito de dançar, o moonwalk, o monopólio das pistas de dança e a indicação e a conquista de vários Grammys. Michael Jackson conseguiu desfrutar também de uma nova forma de divulgar música: a Music Television (MTV).
A MTV, canal a cabo especializado em música, se tornaria um dos principais responsáveis pelo sucesso da canção pop. Ao aliar imagens às canções, com os videoclipes, e utilizar-se da televisão, a forma mais popular de entretenimento, para veiculá-los, a MTV colaborou para o reinado do pop e de seus artistas na música popular.
Em 1983, surge a “rainha do pop”.Madonna era uma garota de 25 anos que de uma forma provocativa incluiu sexualidade na canção pop. Com uma aguçada percepção de marketing, que compensava o que ela não tinha de qualidade vocal, Madonna transformou o seu jeito cínico, divertido e polêmico em sua marca registrada. Dessa forma, além de suas canções festivas e dançantes, ela oferecia uma atitude de contestação da moralidade, que logo encontrou identificação com os segmentos marginalizados da época, como a comunidade gay.



Destaques

  • O movimento new wave influenciou música, comportamento e artes plásticas.
  • art deco tem grande valorização na arquitetura.
  • heavy metal surge como grande vertente do rock.
  • música eletrônica ganha identidade no final da década.
  • O rádio e a televisão são o principal meio de disseminação de cultura pop.
  • 1982: o cantor norte-americano Michael Jackson faz sucesso mundial com o álbum Thriller.
  • Madonna virou um dos fenômenos da cultura pop
    nos anos 80 com sucessos como "Like a Virgin" e "Material Girl"


    Televisão
    Novelas, programas de auditório, de humor e sátiras com a política e a sociedade da época, destacam -se:
  • Junho de 1980: lançado o canal de notícias norte-americano CNN.
  • Julho de 1980: sai do ar a Rede Tupi de Televisão.
  • 19 de agosto de 1981: entra no ar o SBT (Sistema Brasileiro de Televisão).
  • Agosto de 1984: é exibio, no Brasil, pelo SBT, o primeiro episódio da série Chaves.
  • 28 de dezembro de1986: vai ao ar, na rede Globo, a 1ª edição do Criança Esperança.
    NOVELAS

  • Selva de Pedra
  • Tieta
  • Elas Por Elas
  • Guerra dos Sexos
  • Amor com Amor se Paga
  • Vereda Tropical
  • Roque Santeiro
  • Ti Ti Ti
  • Brega e Chique
  • Mandala
    Entre outras.   


    Curiosidades



  • Eu Prometo foi a última telenovela escrita por Janete Clair, que veio a falecer em 16 de novembro de 1983, uma quarta-feira, enquanto ia ao ar o capítulo.Glória Perez, colaboradora de Janete, teve que dar continuação ao trabalho da autora.
  • Vale Tudo criou a pergunta que parou o Brasil durante seus últimos capítulos: quem matou Odete Roitman?
  • Dez anos depois de ter sido censurada pela ditadura, (em 1975), Dias Gomes conseguia lançar sua novela Roque Santeiro.


Séries




    videogames – Diversão Eletrônica


Crash dos videogames de 1983
  • crash (crise) dos videogames de 1983 é o nome que se dá ao crash ocorrido nos Estados Unidos da América entre os anos de 1983 e 1984 no mercado devideogames.
  • Após dois anos do lançamento do Atari 5200 (em 1982) e o mercado de jogos estava passando por um dos momentos mais turbulentos de sua curta história. O mercado estava lotado de jogos sem qualidade (boa parte da Atari) e a cada dia chegavam mais e mais. Até que um dia o mercado não aguentou: muitos consumidores pararam de comprar videogames e começaram a preferir os computadores.
  • Daí começou o processo que terminaria no "grande crash de 83" (também chamado "grande crash de 84"), quando quase todas as plataformas da época (Colecovision, Sega x500111, SG-1000, Vectrex, Intellivision, Odyssey e outros) acabaram: era o fim da segunda geração de consoles.
  • Tal fenômeno foi sentido fracamente no Brasil, uma vez que os primeiros Atari 2600 e Odyssey² chegavam oficialmente às lojas, por meio da Polivox e Philips respectivamente.


Bibliografia: